SER UMA MULHER PRETA É CARREGAR UMA HISTÓRIA DE RESISTÊNCIA, FORÇA E CORAGEM

A trajetória de Larítisla Kelly Fernandes Pacheco, de 33 anos, professora e mãe de duas filhas, é marcada pelo orgulho de sua identidade, pela força da ancestralidade e pela certeza de que a educação transforma vidas.

Para Larítisla, ser uma mulher preta é honrar a história das mulheres que vieram antes dela, reconhecer a beleza de suas raízes e seguir ocupando espaços com coragem, dignidade e esperança. Como educadora, ela acredita que o conhecimento rompe barreiras e abre caminhos para um futuro mais justo, inspirando novas gerações a acreditarem em seu próprio potencial.

Neste Julho das Pretas, ela compartilha uma mensagem que fortalece e incentiva outras mulheres negras:

💜 “Nunca duvide do seu valor. Sua cor, sua história e sua identidade são motivo de orgulho. Não permita que ninguém diminua os seus sonhos. Cada conquista de uma mulher negra fortalece muitas outras.”

Movida pela fé, pela educação e pelo legado de sua ancestralidade, Larítisla acredita que cada passo dado hoje contribui para que meninas negras cresçam com mais oportunidades, confiança e respeito.

O Julho das Pretas é um convite para celebrar histórias de coragem, reconhecer conquistas e reafirmar o compromisso com a valorização da identidade, da cultura e do protagonismo das mulheres negras.

✨ “Honrar a minha ancestralidade é viver com orgulho da minha identidade e abrir caminhos para que outras mulheres negras ocupem seus espaços com dignidade, respeito e esperança.”

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